Monday, April 18, 2005

Acabo de ver a cerimónia dos Globos de Ouro atribuídos pela Revista Caras na SIC. Confesso que apesar de me sentir satisfeito com algumas das categorias, Cinema e Teatro, fico ao mesmo tempo algo "desiludido".
Não posso discutir a qualidade do trabalho de Nicolau Breyner, nem tão pouco da Beatriz Batarda, que além de dar cartas no nosso panorama cinematográfico, os dá também no estrangeiro, nomeadamente em Inglaterra, mas ao mesmo tempo, não posso deixar de me sentir desiludido por não ter ganho nas suas respectivas categoria o Filipe Duarte e a Mónica Calle. É certo que os prémios dizem respeito a trabalhos específicos, MAS... ainda assim tinha gostado de os ver ganhar.
Por sua vez, nas categorias de Teatro, fiquei bastante satisfeito pela vitória da magnífica actriz Cucha Carvalheiro no seu brilhante papel em A Cabra ou quem é Sílvia ?. Sem dúvida uma das grandes senhoras do nosso teatro, e que justamente merece este prémio. E destaque também para Miguel Seabra e o seu emocionado discurso de agradecimento, que recebeu o Globo de Ouro de Melhor Actor na peça Endgame, peça que venceu também como a melhor do ano.

Sunday, April 17, 2005

Hoje recebi uma EXCELENTE notícia. O maior cineasta português, na minha óptica claro TEM UM BLOG. Pois é, o Edgar Pêra, que realizou os geniais Maryalva Mix e Oito Oito, é já ( deste à largos meses ) um membro da dita blogosfera. E ainda BEM. Visitem o blog dele, e deliciem-se com o génio do mais irreverente realizador de cinema que este país, quiçá Mundo tem, e para quem oportunidade, recomendo sem dúvida alguma o magnífico Maryalva Mix :)

Saturday, April 16, 2005

Away beyond the blue, in every breath I take

Thursday, April 14, 2005

Eu e as minhas aulas quase que davam uma crónica diária, e sempre ( ou quase ) um relato cómico da nossa "pikena" sociedade portuguesa. E hoje, assaltado por uma imagem aterradora na aula, pensei:
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" Quão pode entrar a língua de um aluno no cu de um professor ? "
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E pronto... Já fiz o relato do que se passou hoje na dita... E como para bons entendedores que são as pessoas que passam por este blog, SIM, porque eu não tolero cá "analfabetos mentais", meia palavra bastou para entenderem a mensagem de hoje !
Reflitam sobre o meu pensamento-pergunta ( estou tão moralista hoje que acho que preciso de tomar a medicação ).

Wednesday, April 13, 2005

Depois de uma tarde muito bem passada a enriquecer a minha "pequena" colecção de dvd's, eis que me deparo com mais uma das minhas aulas preferidas de Regimes Políticos. Portugal, invasões napoleónicas, revolução liberal, constituíção e independência do Brasil.
Pelo meio, longas conversas sobre a possível corrupção e possíveis corrompidos da actualidade, acusações e insinuações vários sobre Fulano A e Fulano B, e quando falamos na altura de D. João VI e nas susas vivências libertinas de mulheres e fornicação, eis que me saio com um:
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" Andou a espalhar a semente real "
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Instala-se o escândalo....
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" Como é que és capaz de dizer isso numa aula " e ainda
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" Onde é que nós já chegámos "
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Ora... Se se pode falar na "corruptividade" da alminha de cada um, muitas das vezes apenas levantando falsos testemunhos contra Fulano A ou B, e que não passam na sua maioria de piadas infundadas com base exclusiva na cor política de cada um, não poderei eu dizer que o outro andou lá na fornicação desenfreada com as escravas, e a fazer filhos a torto e a direito ?
Algo se passa no " Reino Português " !! Sinceramente, certas mentes e mentalidades pseudo-conservadores que se vão instalando a um ritmo acelerado, são de facto preocupantes. É que depois de um escândalo tão grande, acabam por rir-se e repetir o "dito", logo... Deixou de existir a moralidade anterior ?!

Wednesday, April 06, 2005

Sobre a Guerra Nuclear e os seus desperdícios ver
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e depois façam os vossos comentários.

Saturday, April 02, 2005


Não sou católico praticante, temente e crente em "deus", nem tão pouco acredito em teorias de divindades e actos gloriosos e que devem ser temidos, unidos a uma mão superior e coordenadora de toda a actividade humana.
Dito isto, e quem me conhece sabe bem, acredito sim em pessoas. Homens e mulheres que aplicam um pouco de si numa prática pelo bem. Pelo seu próximo. Pelo seu semelhante. Por si próprios. Aplicarem aquilo que sabem e têm consciência que podem usar, numa tentativa de reconciliar, amar, ajudar, abraçar, rir, chorar, sofrer, acarinhar aquele que junte de si carece dessas mesmas acções e reacções.
Acredito no bem e no mal que eu, tu e os outros podemos fazer. Acredito nas escolhas que cada um de nós toma, e que vão constantemente influenciar todos aqueles que se encontram perto de nós. Acredito na escolha.
Afastando o catolicismo como inicialmente referi, falta-me então falar na característica humana que reconheço nas pessoas. Numa pessoa: João Paulo II... O Karol.
A sua dimensão humana passa aquilo que à partida está exposto às câmaras de televisão e demais comunicação social. Ultrapassa limites de muitos de nós, da maioria. A sua vida como resistente polaco à ocupação Nazi na sua mãe Polónia, país que foi dilacerado pelas loucuras e insanidades humanas. A sua consequente ocupação pelos mesmos bárbaros desta vez revestidos com a capa do Comunismo. Uma vida atribulada dedicada ao seu próximo.
A sua chegada ao Vaticano. O Papa vermelho.. o Papa comunista. Simplesmente não vêem o Homem. O Homem que contribuiu para a queda do Muro da Vergonha de Berlim. O Homem que contribuiu para a proximidade dos povos Europeus, afastados durante anos devido ao jugo ocidente / oriente. O Homem que apontou o dedo à insanidade Balcânica. Que apontou o dedo a W. Bush e à sua sede pelo poder descontrolado. Que apontou o dedo a todos nós pela nossa inércia face a problemas e conflitos que poderíamos também nós contribuir para resolver. Que a si próprio apontou o dedo, pelos enormes silêncios ao Holocausto, Inquisição e Esclavagismo.
Como todos os Homens, que o é, teve os seus defeitos, grandes. Mas como todos os Homens, não merece também ele o nosso perdão ? Não perdoamos a um amigo que nos ofendeu ? Não perdoamos a um pai que nos bateu ? Não perdoamos ao nosso filho pelo seu maior acto criminoso, porque afinal somos os seus pais ? Não perdoamos uma traição ? Não olhamos para o lado quando passamos por um mendigo ? Não mudamos de canal na TV quando vimos um massacre na Bósnia ? Em Timor ? Na Somália ? Não perdoamos quando o nosso melhor amigo fala mal do povo vizinho ?
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Perdoar !
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Aquilo que queremos para nós, e raramente, quase nunca, o fazemos para o outro; ter a capacidade de perdoar.
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Correndo o risco deste post receber o maior número de críticas, ou não, resta-me dizer que sinto o vazio, ME sinto vazio, por uma pessoa que admiro pelas suas intervenções, posições e ditos, pela sua capacidade e dimensão humana, se ter agora perdido.
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João Paulo II / Karol Wojtyla
18.Maio.1920 - 02.Abril.2005
" Há pessoas que querem ser bonitas para chamar atenção, outras desejam a inteligência para serem admiradas... Mas há algumas que procuram cultivar a alma e os sentimentos; essas alcançam o carinho de todos, porque além de belas e inteligentes, tornam-se realmente pessoas "

Sunday, March 27, 2005

" Olá como estás ? ( sorriso ) "
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Porque será que as pessoas quando se cumprimentam, principalmente em caso de serem apresentadas, têm de se falar com rasgados sorrisos e mostrar sempre uma alegria esfusiante ? Não chega cumprimentar educadamente as pessoas, sem "mostrar os dentes" ? É porque nem sempre temos a mesma disposição radiante de falar como se tudo na vida andasse a 100 %. Daí bastar um cumprimento educado, e já é bom sinal ainda se falar mesmo quando a disposição seria para andar sempre de boca fechada.. É que nem sempre à pachorra...
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E NÃO.. isto NÃO é recado para ninguém...

Wednesday, March 23, 2005

L.
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porque eu não me esqueci, de azul como combinado :)


Fausto 5.0 é sem dúvida um excelente exemplo do melhor cinema fantástico e também do BOM cinema espanhol.
Toda a dinâmica do sonho, da morte, da vida, o confronto entre real e o irreal, a comédia negra, o drama... Tem tudo. Este Fausto 5.0 é uma supreendente mistura de boa fotografia, argumento e interpretações, o que o torna a meu ver um bom filme do fantástico, e o melhor desta colecção editada pelo Jornal de Notícias no que diz respeito aos melhores filmes premiados no Fantasporto.
For
Terri Schiavo
and for a death with DIGNITY.
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For the Right to Euthanasia.

Monday, March 21, 2005

Como já deu para reparar.... hoje foi mesmo o dia de post's sobre cinema... Enfim.... é o meu vício por isso.... TENHAM PACIÊNCIA :P


Funny Games - Brincadeiras Perigosas, filme de 1997 do realizador austríaco Michael Haneke, é bem capaz de ser um dos dois filmes mais violentos que vi até hoje, juntamente com o Irreversible, de GAspar Noë.
Este Brincadeiras Perigosas conta a história de uma família que vai passar férias para a sua casa de campo, e um dia, um suposto vizinho aparece muito inocentemente pela sua casa com um pequeno pedido de auxílio. A partir daí, este e o seu amigo, raptam a família na sua própria casa, torturando física e psicológicamente toda a família, acabando finalmente com a morte de todos, pai, mãe e filho, repetindo aquilo que já haviam feito a outra família da vizinhança, e o mesmo que nos mostram irem repetir no final do filme.
O que este filme nos mostra é pura e simplesmente a violência pelo seu prazer, sem qualquer tipo de motivação, a não ser a capacidade de o fazer sem que ninguém o impeça.
Depois de ver este filme, acho que podemos esquecer Pulp Fiction, Cães Danados... Tudo... O único que como disse, se assemelha a este é mesmo o Irreversible. O filme está sem dúvida excelente... Muito bons actores, uma fotografia fantástica, um início calmo e que transmite paz... simplesmente para acabar na maior barbárie e selvejaria possível.
Sempre tive uma especial "simpatia" pelos actores que desempenhavam o "sacaninha" do momento porque acho que são aqueles papéis que desafiam, que mostram o nosso lado mais escuro, no entanto, e até à data, foram estes os únicos vilões protagonista do cinema, com os quais não consegui minimamente simpatizar. É simplesmente o mal representado sem qualquer subterfúgio, e dele ninguém consegue fugir. É o verdadeiro mal, sem precisar de se disfarçar de um monstro maléfico vindo do Inferno como vemos em tantos outros filmes. E um mal que assusta. Assusta porque se esconde atrás de duas simples caras, de dois simples jovens como qualquer outro, e de quem ninguém desconfia. Selvagem, brutal, desconfortável, mas sem dúvida um dos melhores e mais violentos filmes que vi.


Seguindo uma sugestão da Sara do Cacaoccino, e de um convite da Filipa, lá fomos os dois à Videoteca Municipal de Lisboa assistir a este filme À Cause d'Un Garçon, de Fabrice Cazeneuve.
Gostei da iniciativa dedicada a uma temática específica, neste caso a homossexualidade, do ambiente geral que me pareceu muito calmo ( ao contrário do que me aconteceu uma vez ao assistir a um ciclo de cinema italiano... E POUPEM-SE ÀS PIADAS.... a malta só gosta de falar alto :P ), e o filme em si pareceu-me bem dirigido e interpretado.
Seguindo uma tendência de ciclos de cinema, visto de este foi o terceiro, depois dos do Instituto Cervantes e do Instituto Italiano, acho que são estas iniciativas que dão a conhecer um pouco mais de cinema fora da corrente, visto que são filmes que muitas vezes são difíceis de passar em qualquer sala de cinema por poderem não ser muito comerciais, e também cinema que ajuda a debater e divulgar os mais variados assuntos.
Agora já se sabe.... Próxima paragem, é para me convidarem para o Fantasporto :P


Mais uma sugestão dinematográfica, é este brilhante filme Venha Ver o Paraíso, de Alan Parker, realizador entre outros de Mississippi em Chamas, Evita e Expresso da Meia Noite. Venha Ver o Paraíso, é a história de um americano que se apaixona e casa com uma americana de origem japonesa contra a vontade do seu pai, japonês de nascimento, e durante um dos períodos mais conturbados da História Mundial, ou seja, a Segunda Grande Guerra. A história de Lily e Jack ( Tamlin Tomita e Dennis Quaid em brilhantes papéis ) complica-se quando o Japão ataca a base naval norte-americana de Pearl Harbor, fazendo assim com que as suas vidas sejam marcadas e tocadas pelos conflitos que a partir daí se avizinhavam.
As questões centrais para mim, é neste filme, não tanto o facto do ataque japonês aos Estados Unidos, mas sim, as medidas que este último tomou em relação à população nipónica que aí nasceu, nomeadamente internamento em campos, chamemos de campos de concentração sem qualquer tipo de complexo, deportações, e curioso também, a troca de cidadãos norte-americanos de origem nipónica, por soldados norte-americanos feitos prisioneiros no Japão.
Refiro isto porque acho curioso como hoje os governantes do país que fala no respeito dos Direitos Humanos ( sendo ainda um dos países que mais os viola ), escondam, ou pelo menos tenta escondem ou omitir o facto de ter segregado uma significativa parte da sua população, com base apenas e só em critérios rácicos e discriminatórios. Fala-sem em Direitos Humanos hoje em dia, com uma leveza e ligeireza preocupante, pois não se toma em conta a verdadeira acepção de "Direito Humano" ( o respeito pelo outro indivíduo, suas crenças políticas, religiosas, morais, educacionais, culturais e sexuais, bem como direitos e deveres ), mas encara-se este termo não como o Direito Humano, mas sim o MEU Direito Humano, não respeitando a vontade do outro, mas sim a MINHA.
Chego à conclusão que falar em Direitos Humanos nos nossos dias, ano 2005, século XXI, não se trata de falar na qualidade, respeito e dignificação dos Direitos Humanos do indíviduo na sua generalidade, mas sim na minha acepção pessoal daquilo que deve ser o Direito Humano do próximo. Um Direito Humano restritivo, limitado e coordenado pela minha vontade enquanto governante, e não no Direito Humano do cidadão enquanto indivíduo e no respeito da sua individualidade e escolha como opção de vida.
Se à 60 anos atrás era de reclamar e criticar que estes Direitos Inalienáveis, que o são, deviam ser respeitados e implementados numa educação consciente, algo que infelizmente não acontecia, hoje em dia deveria ser um dos princípios base de um sistema que se quer educativo, algo que infelizmente ainda não o é.
Para se criar uma sociedade mais equilibrada, com base no respeito e na livre opção de pensamento e de modo de vida, seria bom que este sistema educativo que hoje (des)ensina aqueles que nele andam, começasse por informar correctamente os mesmos, mostrando não UMA visão de uma questão, mas sim TODAS as opções que a ele se referem.
Para que um futuro seja equilibrado e estável, com base no respeito pelo próximo, há que em primeiro lugar estar receptivo para as diferenças individuais que enriquecem o nosso espaço, e nunca por nunca o empobrecem, como por vezes há quem o queira evidenciar. Essa recepção terá de ser cultivada tanto num ensino globalizador, e não restritivo e segregário, quer a nível de ensino escolar, como principalmente com base numa educação. Educação esta que se tem em primeiro lugar, no grupo primário a que todos pertencemos; uma família.
Abrir os olhos é fácil. Todos nós o fazemos diáriamente sem qualquer tipo de problema ou restrição, e fazêmo-lo sempre que sentimos luz a bater-nos pela manhã. Pena é que os olhos da alma não sejam da mesma forma receptivos à luz da educação e da cultura, para que se quebrem os velhos sintomas de discriminação que ainda ensombram a mente de muitos de nós.
É este o fundamento base que encontro em muitos, ou todos talvez, os filmes de Alan Parker. Uma tentativa de mostrar a mim espectador, o que está para além do "meu" mundo... O Mundo dos outros. Aquelas pequenas ( grandes ) diferenças que me mostram que "eu" não estou sózinho, mas que partilho o mesmo espaço com um vasto número de outros indivíduos como "eu", além de igualmente mostrar uma significativa e importante parte da História Mundial, através daquilo que infelizmente ainda nos ensombra, ou seja, a violação desses Direitos Humanos e os Crimes contra a Humanidade que são, diariamente, cometidos por todo o Mundo dito "Civilizado".
Anedota da semana:

Perder 20 minutos a ver a ARtv ( Assembleia da República tv ) e "descobrir" que emitem muitos sons pela boca, e dizem, de facto, MUITO pouco.

Sunday, March 20, 2005


Sim, confesso... GOSTO do filme Legally Blonde :P Gosto bastante aliás... Porquê ? Porque tem tudo para deixar uma tipo bem disposto, rir, e de certa forma encontrarmos pontos semelhantes ao dia-a-dia pessoal... Sei lá... É um filme que me deixa bem disposto !!! That's it... Como diria o Rui... " Stupid But Good " :P Afinal... Quem é que não tem um pequeno ( grande ) loiro no seu espírito ???!!! ;)

Saturday, March 19, 2005

Porque hoje me fizeram falta...

Alfredo
Graça
Teresa
Nuno
Dinis
Paulo
Luísa
João
Gertrudes
Zé Manel
Paula
Diogo
Tomás
Cecília

Friday, March 18, 2005


A História de Adèle H. ( H. sendo de Hugo, a filha do grande escritor francês Victor Hugo ). Este filme realizado pelo mestre François Truffaut ( que tem uma fugaz aparição no filme ) retrata a vida de Adèle Hugo, magnificamente desempenhada por Isabelle Adjani, interpretação que lhe valeu o Cesar de Melhor Actriz e rendeu uma nomeação aos Oscars, e o seu percurso durante jovem, em que seguiu um oficial britânico para o Canadá e depois para as Ilhas Barbados, e como enlouqueceu devido a este amor não ser correspondido, bem como pelo seu profundo trauma pela morte da irmã.
Apesar de já antigo ( 1975 ) e de só à pouco tempo o ter visto em dvd, o qual aproveitei para comprar, este filme ( entre outros ) mostra como afinal o cinema europeu não é assim tão intragável como muitos de nós pensamos, e falando por mim, só mostra como dá mais vontade de conhecer sempre um pouco mais do "fora da tendência" americana, que em muitos casos actualmente já vai deixando a desejar. É sem dúvida uma boa escolha, e que não deve ser esquecida.