Como já deu para reparar.... hoje foi mesmo o dia de post's sobre cinema... Enfim.... é o meu vício por isso.... TENHAM PACIÊNCIA :P
Monday, March 21, 2005
Funny Games - Brincadeiras Perigosas, filme de 1997 do realizador austríaco Michael Haneke, é bem capaz de ser um dos dois filmes mais violentos que vi até hoje, juntamente com o Irreversible, de GAspar Noë.
Este Brincadeiras Perigosas conta a história de uma família que vai passar férias para a sua casa de campo, e um dia, um suposto vizinho aparece muito inocentemente pela sua casa com um pequeno pedido de auxílio. A partir daí, este e o seu amigo, raptam a família na sua própria casa, torturando física e psicológicamente toda a família, acabando finalmente com a morte de todos, pai, mãe e filho, repetindo aquilo que já haviam feito a outra família da vizinhança, e o mesmo que nos mostram irem repetir no final do filme.
O que este filme nos mostra é pura e simplesmente a violência pelo seu prazer, sem qualquer tipo de motivação, a não ser a capacidade de o fazer sem que ninguém o impeça.
Depois de ver este filme, acho que podemos esquecer Pulp Fiction, Cães Danados... Tudo... O único que como disse, se assemelha a este é mesmo o Irreversible. O filme está sem dúvida excelente... Muito bons actores, uma fotografia fantástica, um início calmo e que transmite paz... simplesmente para acabar na maior barbárie e selvejaria possível.
Sempre tive uma especial "simpatia" pelos actores que desempenhavam o "sacaninha" do momento porque acho que são aqueles papéis que desafiam, que mostram o nosso lado mais escuro, no entanto, e até à data, foram estes os únicos vilões protagonista do cinema, com os quais não consegui minimamente simpatizar. É simplesmente o mal representado sem qualquer subterfúgio, e dele ninguém consegue fugir. É o verdadeiro mal, sem precisar de se disfarçar de um monstro maléfico vindo do Inferno como vemos em tantos outros filmes. E um mal que assusta. Assusta porque se esconde atrás de duas simples caras, de dois simples jovens como qualquer outro, e de quem ninguém desconfia. Selvagem, brutal, desconfortável, mas sem dúvida um dos melhores e mais violentos filmes que vi.
Seguindo uma sugestão da Sara do Cacaoccino, e de um convite da Filipa, lá fomos os dois à Videoteca Municipal de Lisboa assistir a este filme À Cause d'Un Garçon, de Fabrice Cazeneuve.
Gostei da iniciativa dedicada a uma temática específica, neste caso a homossexualidade, do ambiente geral que me pareceu muito calmo ( ao contrário do que me aconteceu uma vez ao assistir a um ciclo de cinema italiano... E POUPEM-SE ÀS PIADAS.... a malta só gosta de falar alto :P ), e o filme em si pareceu-me bem dirigido e interpretado.
Seguindo uma tendência de ciclos de cinema, visto de este foi o terceiro, depois dos do Instituto Cervantes e do Instituto Italiano, acho que são estas iniciativas que dão a conhecer um pouco mais de cinema fora da corrente, visto que são filmes que muitas vezes são difíceis de passar em qualquer sala de cinema por poderem não ser muito comerciais, e também cinema que ajuda a debater e divulgar os mais variados assuntos.
Agora já se sabe.... Próxima paragem, é para me convidarem para o Fantasporto :P
Mais uma sugestão dinematográfica, é este brilhante filme Venha Ver o Paraíso, de Alan Parker, realizador entre outros de Mississippi em Chamas, Evita e Expresso da Meia Noite. Venha Ver o Paraíso, é a história de um americano que se apaixona e casa com uma americana de origem japonesa contra a vontade do seu pai, japonês de nascimento, e durante um dos períodos mais conturbados da História Mundial, ou seja, a Segunda Grande Guerra. A história de Lily e Jack ( Tamlin Tomita e Dennis Quaid em brilhantes papéis ) complica-se quando o Japão ataca a base naval norte-americana de Pearl Harbor, fazendo assim com que as suas vidas sejam marcadas e tocadas pelos conflitos que a partir daí se avizinhavam.
As questões centrais para mim, é neste filme, não tanto o facto do ataque japonês aos Estados Unidos, mas sim, as medidas que este último tomou em relação à população nipónica que aí nasceu, nomeadamente internamento em campos, chamemos de campos de concentração sem qualquer tipo de complexo, deportações, e curioso também, a troca de cidadãos norte-americanos de origem nipónica, por soldados norte-americanos feitos prisioneiros no Japão.
Refiro isto porque acho curioso como hoje os governantes do país que fala no respeito dos Direitos Humanos ( sendo ainda um dos países que mais os viola ), escondam, ou pelo menos tenta escondem ou omitir o facto de ter segregado uma significativa parte da sua população, com base apenas e só em critérios rácicos e discriminatórios. Fala-sem em Direitos Humanos hoje em dia, com uma leveza e ligeireza preocupante, pois não se toma em conta a verdadeira acepção de "Direito Humano" ( o respeito pelo outro indivíduo, suas crenças políticas, religiosas, morais, educacionais, culturais e sexuais, bem como direitos e deveres ), mas encara-se este termo não como o Direito Humano, mas sim o MEU Direito Humano, não respeitando a vontade do outro, mas sim a MINHA.
Chego à conclusão que falar em Direitos Humanos nos nossos dias, ano 2005, século XXI, não se trata de falar na qualidade, respeito e dignificação dos Direitos Humanos do indíviduo na sua generalidade, mas sim na minha acepção pessoal daquilo que deve ser o Direito Humano do próximo. Um Direito Humano restritivo, limitado e coordenado pela minha vontade enquanto governante, e não no Direito Humano do cidadão enquanto indivíduo e no respeito da sua individualidade e escolha como opção de vida.
Se à 60 anos atrás era de reclamar e criticar que estes Direitos Inalienáveis, que o são, deviam ser respeitados e implementados numa educação consciente, algo que infelizmente não acontecia, hoje em dia deveria ser um dos princípios base de um sistema que se quer educativo, algo que infelizmente ainda não o é.
Para se criar uma sociedade mais equilibrada, com base no respeito e na livre opção de pensamento e de modo de vida, seria bom que este sistema educativo que hoje (des)ensina aqueles que nele andam, começasse por informar correctamente os mesmos, mostrando não UMA visão de uma questão, mas sim TODAS as opções que a ele se referem.
Para que um futuro seja equilibrado e estável, com base no respeito pelo próximo, há que em primeiro lugar estar receptivo para as diferenças individuais que enriquecem o nosso espaço, e nunca por nunca o empobrecem, como por vezes há quem o queira evidenciar. Essa recepção terá de ser cultivada tanto num ensino globalizador, e não restritivo e segregário, quer a nível de ensino escolar, como principalmente com base numa educação. Educação esta que se tem em primeiro lugar, no grupo primário a que todos pertencemos; uma família.
Abrir os olhos é fácil. Todos nós o fazemos diáriamente sem qualquer tipo de problema ou restrição, e fazêmo-lo sempre que sentimos luz a bater-nos pela manhã. Pena é que os olhos da alma não sejam da mesma forma receptivos à luz da educação e da cultura, para que se quebrem os velhos sintomas de discriminação que ainda ensombram a mente de muitos de nós.
É este o fundamento base que encontro em muitos, ou todos talvez, os filmes de Alan Parker. Uma tentativa de mostrar a mim espectador, o que está para além do "meu" mundo... O Mundo dos outros. Aquelas pequenas ( grandes ) diferenças que me mostram que "eu" não estou sózinho, mas que partilho o mesmo espaço com um vasto número de outros indivíduos como "eu", além de igualmente mostrar uma significativa e importante parte da História Mundial, através daquilo que infelizmente ainda nos ensombra, ou seja, a violação desses Direitos Humanos e os Crimes contra a Humanidade que são, diariamente, cometidos por todo o Mundo dito "Civilizado".
Sunday, March 20, 2005
Sim, confesso... GOSTO do filme Legally Blonde :P Gosto bastante aliás... Porquê ? Porque tem tudo para deixar uma tipo bem disposto, rir, e de certa forma encontrarmos pontos semelhantes ao dia-a-dia pessoal... Sei lá... É um filme que me deixa bem disposto !!! That's it... Como diria o Rui... " Stupid But Good " :P Afinal... Quem é que não tem um pequeno ( grande ) loiro no seu espírito ???!!! ;)
Saturday, March 19, 2005
Friday, March 18, 2005
A História de Adèle H. ( H. sendo de Hugo, a filha do grande escritor francês Victor Hugo ). Este filme realizado pelo mestre François Truffaut ( que tem uma fugaz aparição no filme ) retrata a vida de Adèle Hugo, magnificamente desempenhada por Isabelle Adjani, interpretação que lhe valeu o Cesar de Melhor Actriz e rendeu uma nomeação aos Oscars, e o seu percurso durante jovem, em que seguiu um oficial britânico para o Canadá e depois para as Ilhas Barbados, e como enlouqueceu devido a este amor não ser correspondido, bem como pelo seu profundo trauma pela morte da irmã.
Apesar de já antigo ( 1975 ) e de só à pouco tempo o ter visto em dvd, o qual aproveitei para comprar, este filme ( entre outros ) mostra como afinal o cinema europeu não é assim tão intragável como muitos de nós pensamos, e falando por mim, só mostra como dá mais vontade de conhecer sempre um pouco mais do "fora da tendência" americana, que em muitos casos actualmente já vai deixando a desejar. É sem dúvida uma boa escolha, e que não deve ser esquecida.
Não há nada, mas NADA... N-A-D-A.... mais irritante ao cimo desta santa terrinha do que quando acontece isto:
Loja: - Vai desejar factura ?
Eu: - Ah sim, se faz favor..
Loja: - E em que nome vai ?
Eu: - Paulo Peralta...
Loja: - Aqui tem... "
E quando vou a ver.... Lá está... " Paulo Pralta " ou então " Paulo Peralt " ou a minha ALLTIME FAVOURITE ( NOT ) " Paulo Pirata " ( e à custa desta do "Pirata" ainda pensaram que tinha sido um antigo cliente que tinha passado não sei quantas dezenas de contos de cheques sem cobertura na loja.
É que... 'tá bem... O apelido não é português... Pode haver alguma confusão... A malta é jovem... Há sempre quem tenha ouvido por lavar e limpar, e todos nós sabemos o mal que a "cera" faz ao pessoal... Mas por favor... POR FAVOR... Eu não ando por aí a chamar ninguém de Preira, Sillva, Cuelho e afins... por isso comecem a ter respeito pelo meu rico apelido, que foi conservado por tanta gente ao longo de uns largos séculos, não mo comecem a matar agora só porque têm ouvido mal lavadito.. E convenhamos... Higiene é sempre bonita e recomenda-se !!! ( sem desperdícios de água se faz favor, por é um bem para com o qual não devemos ter desrespeito nem leveza em andar por aí com torneiras abertas em enormes desperdícios ).
É que quanto ao meu nome que se "lixe" ( salvo seja )... Agora no que diz respeito ao apelido.. é algo de falta de nível ( para não dizer outra ) andarem por aí a errar ou ignorar algo que tão bem caracteriza a história pessoal de cada um.
Tenha dito... Já desabafei, e agora venham os comentários reaccionários de toda a santa pessoazinha que já me errou o apelido ! ( Dou conta de vocês todos, e como sou bem mais chato, vamos ver quem desiste primeiro de dar a sua resposta ) :P
Thursday, March 17, 2005
Estava eu hoje a conversar no messenger com a DeVoor ao mesmo tempo que dava mais uma vista de olhos pelo mail a ver o que de novo havia, quando entre eles estava um intitulado de Brutalidade Humana.
Normalmente quando me aparecem estes mail's acabo por apagá-los sem ver o que por lá trazem, visto que normalmente não passam de meia dúzia de parvoíces que vão vigorando devido ao sensacionalismo do nome do mail, mas, tendo em conta a pessoa que mo enviou ser minimamente credível e nunca envia disto, lá me decidi a vê-lo.
Não me arrependo de o ter visto, mas ao mesmo tempo nunca imaginei enjoar-me TANTO ao ver um mail, como aconteceu com este... De facto o termo Brutalidade Humana aplica-se aqui e MUITO BEM. Como se isto não bastasse, ainda o complementam com isto, fazendo com que vergonhoso e triste ( não de sentimento, mas pelas desumanidade ) sejam as duas únicas palavras que me passam pela cabeça !
Aviso já que não é fácil ver isto, pelo menos para pessoas bem formadas, mas.... depois de o ver, é sempre "bom" saber o que por este nosso mundo está a acontecer... Se fosse de me meter em calmantes ou coisas do género... Acho que depois disto, bem precisava de meter-me numa embalagem inteira !!!
Cada vez mais me desiludo....
Wednesday, March 16, 2005
Tuesday, March 15, 2005
Sunday, March 13, 2005
Saturday, March 12, 2005
Miss Sarajevo
" Is there a time for keeping your distance
A time to turn your eyes away
Is there a time for keeping your head down
For getting on with your day
Is there a time for kohl and lipstick
A time for cutting hair
Is there a time for high street shopping
To find the right dress to wear
Here she comes
Heads turn around
Here she comes
To take her crown
Is there a time to run for cover
A time for kiss and tell
Is there a time for different colours
Different names you find it hard to spell
Is there a time for first communion
A time for East 17
Is there a time to turn to Mecca
Is there time to be a beauty queen
Here she comes
Beauty plays the clown
Here she comes
Surreal in her crown
Dici che il fiume
Trova la via al mare
E come il fiume
Giungerai a me
Oltre i confini
E le terre assetate
Dici che come fiume
Come fiume...
L'amore giunger
L'amore...
E non so più pregare
E nell'amore non so più sperare
E quell'amore non so più aspettare
Is there a time for tying ribbons
A time for Christmas trees
Is there a time for laying tables
And the night is set to freeze "
MADRID
Tomei o primeiro contacto com esta cidade no já distante ano de 1990. Com os meus apenas 10 anos de idade, aquilo que me interessava mais era saber se tinha "coisas giras" para ver. Se existia algo que me despertasse o interesse e me fizesse gostar do passeio. A única coisa que achei piada foram os enormes jardins, que suponho serem do Museu do Prado, que além de alguma esculturas que lá tinham na altura, tinha já instrumentos centenários também espalhados pelos mesmos.
E claro, qual a típica viagem por um país de futebol, que não consagrasse uma passagem por um dos seus mais emblemáticos estádios, o Santiago Barnabéu, que, como é óbvio, tinha de lá estar. Enfim... Coisas pequenas que me satisfazem ( ou satisfaziam ) os horizontes. Não eram pequenos, eram apenas mais limitados !
Algo sempre me ligou tanto a Espanha como a Itália, e aqueles que de mais perto comigo privam bem o sabem. Tenha Portugal um defensor tão grande em nacionais destes países, como têm os mesmos aqui na minha pessoa, alguém que os defenda das línguas mal-dizentes que povoam o espírito português. Esse "algo" que me ligava a estes países, era nesta altura algo que me ultrapassava. Algo que com a maturidade ( alguma ) e com o passar do tempo se veio a descobrir. Falo das minhas raízes. As minhas origens. Aquela empatia que se sente por algo sem saber de facto o porquê, e que com o tempo se desmistifica. É o tal "chamamento do sangue" como por vezes em tom de piada ( mas com muito sentimento ) digo, que sempre me fez olhar para o outro lado, com os meus verdadeiros olhos. Não estes verdes que tenho na cara, mas os que no fundo expressam o nosso pensamento.... Os "olhos" do coração.
Já por duas vezes que fui acordado com a frase " Paulo acorda que se passou algo ! "... Algo que seria melhor nunca ter acontecido... Momentos que não deveria ter visto... Palavras que deveria não ter escutado...
Tal como aproximadamente 3 anos antes... Ao acordar e ligar a televisão vi aquilo que não esperava ter visto. Tal como no 11 de Setembro de 2001 de Nova York e Washington, também o 11 de Março de 2004 passou a fazer parte do meu imaginário do macabro. O meu imaginário da podridão humana que invade cada vez mais a mente e o coração dos povos... Das pessoas... Pessoas ?... Vis seres que povoam o mesmo espaço que nós, e que resolvem chamar a atenção do Mundo cometendo exactamente o mesmo que eles próprios condenam... a Morte. A morte não de políticos ou militares que, segundo a sua opinião, provocam o pânico, o medo e a destruíção, mas sim a morte daquelas centenas ou milhares de pessoas que têm como único crime fazerem as suas vidas normais, mais ou menos felizes, com mais ou menos problemas e mais ou menos dívidas.
Alegrias, felicidades, problemas, risos, choros, raivas, angústias, êxtase.... O Fim.... Tudo acabou nesse dia para quase duas centenas de pessoas, que tiveram como o seu "crime" estarem num local errada a uma hora errada !
O mesmo povo que há anos vive com o problema do terrorismo interno, e que o tenta resolver dentro das suas possibilidades, teve neste dia o maior atentado terrorista provocado não pelos seus ( não que isso servisse como atenuante ), mas por outros que se resolveram a envolver mais pessoas que tinham como seu principal "mal" falarem Castelhano e estarem em Madrid.
Muitas palavras poderia escrever... Banalidades e trivialidades que a nada ou ninguém diriam rigorasamente NADA. Apenas palavras que ninguém lia ou se enjoavam ao fim de três ou quatro linhas.. Por isso o meu pensamento ficará para mim guardado, até que um dia alguém o ouse descobrir e desvendar.
Apenas espero não acordar mais com as palavras "Paulo aconteceu algo", porque saberei à partida que se as ouvir, também uma parte minha morrerá mais um pouco !
XXX A MADRID XXX
Friday, March 11, 2005
Falou-se muita coisa... Disse-se muito mal... Muitas críticas e com muito pouco conteúdo, a meu ver, apenas como uma forma destruitiva. Começo a pensar que a Nicole Kidman é um problema para of filmes que faz. Ninguém gostou do Disposta a Tudo, nem do Moulin Rouge, nem d'As Horas... Basicamente, ninguém gosta dela !
Cold Mountain conta uma história de amor entre duas pessoas que pouco contacto tiveram, antes de um deles partir para a guerra.. Filmado na Roménia, com cenários da Guerra Civil Americana, este filme do Anthony Minghella está para mim muito bem dirigido e interpretado por qualquer um dos actores principais, Jude Law, Nicole Kidman e Renée Zellweger ( que apesar de não apreciar muito esta última confesso que tem um muito bom papel e que para o qual lhe foi justamente entregue o Oscar, BAFTA e Globo de Ouro de Melhor Actriz Secundária ), bem como pelos seus inúmeros secundários como por exemplo Natalie Portman e Kathy Baker.
Pode não estar à altura de clássicos, nomeadamente E Tudo o Vento Levou, mas está sem dúvida um bom filme que, comparativamente a muitos outros bons filmes, teve a proeza de ser arrasado pela crítica.
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